2º Período
Boas Vindas ao Ano Novo
"Vem!
sentar-te connosco
à beira do lago.
Enlacemos as mãos.
Vê!
a água que corre da fonte
e como ela sê dádiva de vida.
Ilumina!
de alegria
o nascer do Ano Novo."
Filósofa do Jardim
Dia 11 de Janeiro
Traz uma vela, um alimento e vem anunciar a felicidade, cantando connosco os valores epicuristas.
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
sábado, 5 de dezembro de 2009
Textos Epicuristas inseridos no programa de dia 9 de Novembro
“Se tivermos dinheiro sem amigos,
sem liberdade e sem uma vida analisada,
nunca seremos verdadeiramente felizes.”
Epicuro
Deixemos
a serenidade e a alegria da amizade
envolver o nosso corpo e espírit0.
Poesias de Ricardo Reis / Epicurista
Para ser grande sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive.
Epicuro melhor
Me fala, com a sua cariciosa voz terrestre
Tendo para os deuses uma atitude também de
Sereno e vendo a vida
À distância a que está.
Cada dia em que não gozaste não foi teu (...)
Feliz aquele, a quem, por ter em coisas mínimas
Seu prazer posto, nenhum dia nega
A natural ventura!
Colhamos flores,
Molhemos leves, as nossas mãos
Nos rios calmos,
Para aprendermos
Calma também
Girassóis sempre
Fitando o Sol.
Ricardo Reis
sem liberdade e sem uma vida analisada,
nunca seremos verdadeiramente felizes.”
Epicuro
Deixemos
a serenidade e a alegria da amizade
envolver o nosso corpo e espírit0.
Poesias de Ricardo Reis / Epicurista
Para ser grande sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive.
Epicuro melhor
Me fala, com a sua cariciosa voz terrestre
Tendo para os deuses uma atitude também de
Sereno e vendo a vida
À distância a que está.
Cada dia em que não gozaste não foi teu (...)
Feliz aquele, a quem, por ter em coisas mínimas
Seu prazer posto, nenhum dia nega
A natural ventura!
Colhamos flores,
Molhemos leves, as nossas mãos
Nos rios calmos,
Para aprendermos
Calma também
Girassóis sempre
Fitando o Sol.
Ricardo Reis
Programa dia 9 de Novembro
15h.
Introdução 10ºA
Apontamento musical por Catarina Roleta, Mariana Varela e Bruna Barra 10ºA
15h. 30m
Poesia e prosa epicurista
16h.
Sessão de “Ioga” por Ana Paula Vieira e Madalena Tavares
1. Respiração ritmada
2. Asanas preparatórias da Saudação ao Sol
3. Relaxamento
1
Respiração ritmada
Sente-se na posição de Lotus. Una o dedo polegar e o médio coloque as mãos unidas sobre os Joelhos.
Inspire enchendo o abdómen, conte 1,2,3,4, retenha e conte até oito.
Expire, devagar conte até seis.
2
Preparação da saudação ao Sol
2.1.De pé, pés unidos, abdómen contraído cocsis para a frente, braços à frente do peito mãos unidas, inspire e eleve os braços acima da cabeça, faça um estiramento, curve um pouco a coluna e coloque a cabeça levemente descaída para trás.
2.2.Expire lentamente e lentamente desça o tronco e os braços, tente chegar com as polpas dos dedos ao chão, se não o fizer não se preocupe.
2.3.Seguidamente descontraia os músculos e deixe cair os braços, o tronco, descontraia o pescoço. Permaneça assim fazendo duas respirações ritmadas.
2.4. Chegue as pernas para trás coloque as mãos no chão e eleve o cocsis.
2.5. Coloque-se de joelhos, mãos no chão, tronco paralelo ao chão, cabeça levantada olhando em frente inspire.
Expire, curve o tronco, eleve o cocsis, leve o queixo ao peito. Repetição
2.6. Deite-se de barriga para baixo, mãos para baixo ao lado do peito testa no chão. Inspire, eleve o tronco até ao abdómen, cabeça e ombros para trás, braços curvos. Expire troco e testa ao chão. Repita três vezes.
2.7. Sente-se sobre as pernas, inspire. Expire, curve o tronco sobre si e leve as mãos estendidas o mais à frente possível. Faça três respirações ritmadas.
3. Relaxamento.
3.1. Deite-se de costas pernas ligeiramente afastadas, braços ao longo do corpo, feche os olhos.
3.2.Relaxe todos os músculos do corpo. Comece pelos pés, pernas, coxas, costas, peito, pescoço, cabeça e cara. Faça cinco respirações ritmadas. Pense em coisas agradáveis.
3.3.Retorne, à realidade ao seu ritmo, espreguiçando-se.
16h.30m
Chá filosófico.
Introdução 10ºA
Apontamento musical por Catarina Roleta, Mariana Varela e Bruna Barra 10ºA
15h. 30m
Poesia e prosa epicurista
16h.
Sessão de “Ioga” por Ana Paula Vieira e Madalena Tavares
1. Respiração ritmada
2. Asanas preparatórias da Saudação ao Sol
3. Relaxamento
1
Respiração ritmada
Sente-se na posição de Lotus. Una o dedo polegar e o médio coloque as mãos unidas sobre os Joelhos.
Inspire enchendo o abdómen, conte 1,2,3,4, retenha e conte até oito.
Expire, devagar conte até seis.
2
Preparação da saudação ao Sol
2.1.De pé, pés unidos, abdómen contraído cocsis para a frente, braços à frente do peito mãos unidas, inspire e eleve os braços acima da cabeça, faça um estiramento, curve um pouco a coluna e coloque a cabeça levemente descaída para trás.
2.2.Expire lentamente e lentamente desça o tronco e os braços, tente chegar com as polpas dos dedos ao chão, se não o fizer não se preocupe.
2.3.Seguidamente descontraia os músculos e deixe cair os braços, o tronco, descontraia o pescoço. Permaneça assim fazendo duas respirações ritmadas.
2.4. Chegue as pernas para trás coloque as mãos no chão e eleve o cocsis.
2.5. Coloque-se de joelhos, mãos no chão, tronco paralelo ao chão, cabeça levantada olhando em frente inspire.
Expire, curve o tronco, eleve o cocsis, leve o queixo ao peito. Repetição
2.6. Deite-se de barriga para baixo, mãos para baixo ao lado do peito testa no chão. Inspire, eleve o tronco até ao abdómen, cabeça e ombros para trás, braços curvos. Expire troco e testa ao chão. Repita três vezes.
2.7. Sente-se sobre as pernas, inspire. Expire, curve o tronco sobre si e leve as mãos estendidas o mais à frente possível. Faça três respirações ritmadas.
3. Relaxamento.
3.1. Deite-se de costas pernas ligeiramente afastadas, braços ao longo do corpo, feche os olhos.
3.2.Relaxe todos os músculos do corpo. Comece pelos pés, pernas, coxas, costas, peito, pescoço, cabeça e cara. Faça cinco respirações ritmadas. Pense em coisas agradáveis.
3.3.Retorne, à realidade ao seu ritmo, espreguiçando-se.
16h.30m
Chá filosófico.
Sessão de Yoga no espaço Jardim de Filósofos
Dia 9 de Novembro pelas 15 horas junta-te a nós no
Jardim de Filósofos.
Vem descontrair connosco e
agradecer ao Sol
um tranquilo entardecer,
saboreando um chá.
Traz roupa confortável, para praticarmos alguns exercícios de yoga.
Se puderes traz também uma peça de fruta e algumas bolachas de água e sal.
Nota: Se chover, fica adiado para dia 16 de Novembro.
Jardim de Filósofos.
Vem descontrair connosco e
agradecer ao Sol
um tranquilo entardecer,
saboreando um chá.
Traz roupa confortável, para praticarmos alguns exercícios de yoga.
Se puderes traz também uma peça de fruta e algumas bolachas de água e sal.
Nota: Se chover, fica adiado para dia 16 de Novembro.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
quarta-feira, 22 de julho de 2009
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Diálogo Filosófico
«O que queremos alcançar com a nossa vida?»
Alexandra: O que farias se como o pastor referido na República de Platão encontrasses um anel que te permitisse tornar invisível:
Continuarias a fazer o que está certo?
Aproveitarias a oportunidade para fazeres apenas o que te apetece no momento?
Aproveitarias a oportunidade para ganhares dinheiro?
António: Há razões para fazermos o que está certo, ou seja razões éticas, na medida em que se não reflectirmos, no que devemos fazer, nunca escolheremos a forma como queremos viver.
João: O que acontece no nosso mundo é que muitas pessoas são levadas a escolher o enriquecimento por acumulação infinita de dinheiro, ou mesmo o enriquecimento ilícito.
Laryssa: Aristóteles diria que estas pessoas acreditam que dinheiro é riqueza e confundem o meio com o fim e interrogava-se “Como pode algo ser riqueza se posso possui-lo em superabundância e, no entanto morrer de fome? “
Gonçalo: A acumulação do dinheiro, ou do lucro pelo lucro, sem outro objectivo, perde todo o sentido e conduz-nos a procurar, apenas, o interesse próprio.
Parece que estamos perdidos no mundo do lucro e que como indivíduos conscientes nada podemos fazer para encontrar um outro rumo para as nossas vidas.
Sara: De facto, não é assim!
Se analisarmos a ética não religiosa podemos encontrar uma resposta diferente para a procura do sentido da existência. As questões centrais da ética são as discriminações:
Quais as obrigações de todos nós no mundo rico, quando há pessoas a morrer lentamente à fome?
Inês: O que se pode fazer acerca do ódio racista, que impede as pessoas de viverem umas com as outras?
Raquel: O que podemos fazer para acabar com a violência doméstica e com todos os tipos de violência?
Solange: Teremos o direito de prender milhões de animais não humanos, tratando-os como meras coisas, só para satisfazer o nosso palato?
Hélder: Como podemos mudar o nosso comportamento, de forma a preservar o sistema ecológico do qual depende o planeta?
Bijal: Vamos procurar um fundamento, uma base mais sólida ou racional para a ética.
Vamos pensar e agir de acordo com um princípio universal um princípio que abranja todos os seres. Vamos diminuir a dor e o sofrimento, encontrem-se eles onde se encontrarem. Sabemos, por experiência própria, que quando a dor e o sofrimento são atrozes todos os outros valores ficam em segundo plano.
Solange: Se adoptarmos um ponto de vista do universo, poderemos reconhecer a urgência de fazermos alguma coisa relativamente à dor e ao sofrimento dos outros. Estaremos deste modo a agir mais racionalmente, ou a acrescentar razões objectivas, porque mais amplas e que dizem respeito a todos os seres do universo. Se pelo contrário agirmos apenas de acordo com a nossa razão subjectiva estaremos a ser menos racionais, pois, neste caso a nossa razão é tão só uma “pequena” razão.
André: Comparando a necessidade das pessoas que morrem à fome com o desejo de provar vinhos, este torna-se insignificante.
Analisando à luz do sofrimento de coelhos imobilizados em cujos olhos se deitam gotas de champô, o champô torna-se um objecto indigno.
A preservação de florestas seculares deveria sobrepor-se ao nosso desejo de usar papel de cozinha descartável.
A procura da harmonia deveria sobrepor-se a qualquer desejo de poder e de domínio sobre os outros.
Débora: Uma abordagem ética não proíbe a diversão, mas altera o nosso sentido das prioridades.
Todo o esforço utilizado para estarmos no centro das atenções, como vestir de acordo com a moda, ter o melhor carro, a melhor casa, torna-se desproporcionado para quem quer alterar a sua perspectiva de vida. Se dez por cento da população assumisse uma perspectiva conscientemente ética da vida e agisse de acordo com os princípios éticos que procurou, a alteração daí resultante seria mais significativa do que qualquer mudança de governo, pois não é do interesse dos políticos pôr em causa pressupostos fundamentais da sociedade que foram eleitos para chefiar.
Raquel: Temos de dar o primeiro passo. Temos de restaurar a ideia de viver uma vida ética como uma alternativa realista e viável, ao predomínio do interesse próprio, do egoísmo que actualmente se impõe.
Inês: Defenderemos novas causas e descobriremos que os nossos objectivos se alteram. Uma coisa é certa: encontraremos muitas coisas para fazer que valem a pena. Não nos aborreceremos, nem faltará sentido de realização nas nossas vidas.
Alexandra: O mais importante, saberemos que não vivemos e morremos para nada porque teremos passado a fazer parte da grande tradição daqueles (tal como os Filósofos do Jardim) que reagiram à quantidade de dor e sofrimento no universo tentando transformar o mundo num lugar melhor.
SINGER, Peter, Como Havemos de Viver?
Lisboa, Ed. Dinalivro, 2005, (Excertos adaptados)
Alexandra: O que farias se como o pastor referido na República de Platão encontrasses um anel que te permitisse tornar invisível:
Continuarias a fazer o que está certo?
Aproveitarias a oportunidade para fazeres apenas o que te apetece no momento?
Aproveitarias a oportunidade para ganhares dinheiro?
António: Há razões para fazermos o que está certo, ou seja razões éticas, na medida em que se não reflectirmos, no que devemos fazer, nunca escolheremos a forma como queremos viver.
João: O que acontece no nosso mundo é que muitas pessoas são levadas a escolher o enriquecimento por acumulação infinita de dinheiro, ou mesmo o enriquecimento ilícito.
Laryssa: Aristóteles diria que estas pessoas acreditam que dinheiro é riqueza e confundem o meio com o fim e interrogava-se “Como pode algo ser riqueza se posso possui-lo em superabundância e, no entanto morrer de fome? “
Gonçalo: A acumulação do dinheiro, ou do lucro pelo lucro, sem outro objectivo, perde todo o sentido e conduz-nos a procurar, apenas, o interesse próprio.
Parece que estamos perdidos no mundo do lucro e que como indivíduos conscientes nada podemos fazer para encontrar um outro rumo para as nossas vidas.
Sara: De facto, não é assim!
Se analisarmos a ética não religiosa podemos encontrar uma resposta diferente para a procura do sentido da existência. As questões centrais da ética são as discriminações:
Quais as obrigações de todos nós no mundo rico, quando há pessoas a morrer lentamente à fome?
Inês: O que se pode fazer acerca do ódio racista, que impede as pessoas de viverem umas com as outras?
Raquel: O que podemos fazer para acabar com a violência doméstica e com todos os tipos de violência?
Solange: Teremos o direito de prender milhões de animais não humanos, tratando-os como meras coisas, só para satisfazer o nosso palato?
Hélder: Como podemos mudar o nosso comportamento, de forma a preservar o sistema ecológico do qual depende o planeta?
Bijal: Vamos procurar um fundamento, uma base mais sólida ou racional para a ética.
Vamos pensar e agir de acordo com um princípio universal um princípio que abranja todos os seres. Vamos diminuir a dor e o sofrimento, encontrem-se eles onde se encontrarem. Sabemos, por experiência própria, que quando a dor e o sofrimento são atrozes todos os outros valores ficam em segundo plano.
Solange: Se adoptarmos um ponto de vista do universo, poderemos reconhecer a urgência de fazermos alguma coisa relativamente à dor e ao sofrimento dos outros. Estaremos deste modo a agir mais racionalmente, ou a acrescentar razões objectivas, porque mais amplas e que dizem respeito a todos os seres do universo. Se pelo contrário agirmos apenas de acordo com a nossa razão subjectiva estaremos a ser menos racionais, pois, neste caso a nossa razão é tão só uma “pequena” razão.
André: Comparando a necessidade das pessoas que morrem à fome com o desejo de provar vinhos, este torna-se insignificante.
Analisando à luz do sofrimento de coelhos imobilizados em cujos olhos se deitam gotas de champô, o champô torna-se um objecto indigno.
A preservação de florestas seculares deveria sobrepor-se ao nosso desejo de usar papel de cozinha descartável.
A procura da harmonia deveria sobrepor-se a qualquer desejo de poder e de domínio sobre os outros.
Débora: Uma abordagem ética não proíbe a diversão, mas altera o nosso sentido das prioridades.
Todo o esforço utilizado para estarmos no centro das atenções, como vestir de acordo com a moda, ter o melhor carro, a melhor casa, torna-se desproporcionado para quem quer alterar a sua perspectiva de vida. Se dez por cento da população assumisse uma perspectiva conscientemente ética da vida e agisse de acordo com os princípios éticos que procurou, a alteração daí resultante seria mais significativa do que qualquer mudança de governo, pois não é do interesse dos políticos pôr em causa pressupostos fundamentais da sociedade que foram eleitos para chefiar.
Raquel: Temos de dar o primeiro passo. Temos de restaurar a ideia de viver uma vida ética como uma alternativa realista e viável, ao predomínio do interesse próprio, do egoísmo que actualmente se impõe.
Inês: Defenderemos novas causas e descobriremos que os nossos objectivos se alteram. Uma coisa é certa: encontraremos muitas coisas para fazer que valem a pena. Não nos aborreceremos, nem faltará sentido de realização nas nossas vidas.
Alexandra: O mais importante, saberemos que não vivemos e morremos para nada porque teremos passado a fazer parte da grande tradição daqueles (tal como os Filósofos do Jardim) que reagiram à quantidade de dor e sofrimento no universo tentando transformar o mundo num lugar melhor.
SINGER, Peter, Como Havemos de Viver?
Lisboa, Ed. Dinalivro, 2005, (Excertos adaptados)
domingo, 12 de julho de 2009
As razões da escolha dos símbolos para o padrão dos toldos do Jardim dos filósofos
As razões que me levaram a escolher os símbolos africanos foram predominantemente estéticas.
Ao analisar a ideia ou conceito associada a cada símbolo, verifiquei que apesar da minha escolha ter sido estética, o significado de cada um deles se enquadra em conceitos filosóficos a que dou bastante valor, e que são conceitos éticos fundamentais da filosofia epicurista, tais como:paz; harmonia; liberdade; e acima de tudo, amizade e união (o símbolo que mais usei):« Amigo não é uma palavra, é algo mais que uma união»Do texto: «Amizade» escrito por mim no âmbito do projecto "Jardim dos Filósofos".Fiquei surpreendida, visto que a minha escolha estética coincidia com o conceito ético a que atribuía mais valor.
Inês Andrade 11ºG
Ao analisar a ideia ou conceito associada a cada símbolo, verifiquei que apesar da minha escolha ter sido estética, o significado de cada um deles se enquadra em conceitos filosóficos a que dou bastante valor, e que são conceitos éticos fundamentais da filosofia epicurista, tais como:paz; harmonia; liberdade; e acima de tudo, amizade e união (o símbolo que mais usei):« Amigo não é uma palavra, é algo mais que uma união»Do texto: «Amizade» escrito por mim no âmbito do projecto "Jardim dos Filósofos".Fiquei surpreendida, visto que a minha escolha estética coincidia com o conceito ético a que atribuía mais valor.
Inês Andrade 11ºG
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Projecto "Jardim de Filósofos" 2008/9
sábado, 11 de julho de 2009
Coro da "Carta sobre a Felicidade" de Epicuro
Alunos das Turmas 10ºE,F e G 2007/2008Excerto da Carta a Meneceu Sobre a Felicidade
Epicuro
Que ninguém hesite em dedicar-se à filosofia enquanto jovem, nem se canse de fazê-lo depois de velho, porque ninguém jamais é demasiado jovem ou demasiado velho para alcançar a saúde do espírito.
Quem afirma que a hora de dedicar-se à filosofia ainda não chegou, ou que ela já passou, é como se dissesse que ainda não chegou ou que já passou a hora de ser feliz.
Desse modo, a filosofia é útil para quem está envelhecendo sentir-se rejuvenescer através da grata recordação das coisas que já se foram, e para o jovem poder envelhecer sem sentir medo das coisas que estão por vir; é necessário, portanto, cuidar das coisas que trazem a felicidade, já que, estando esta presente, tudo temos, e, sem ela, tudo fazemos para alcançá-la.
Pratica e cultiva então aqueles ensinamentos que sempre te transmiti, na certeza de que eles constituem os elementos fundamentais para uma vida feliz: a liberdade, a amizade e o pensamento próprio.
A felicidade é o prazer ou ausência de sofrimento físico e de perturbação da alma. Prazer natural em harmonia com a natureza.
Epicuro
Que ninguém hesite em dedicar-se à filosofia enquanto jovem, nem se canse de fazê-lo depois de velho, porque ninguém jamais é demasiado jovem ou demasiado velho para alcançar a saúde do espírito.
Quem afirma que a hora de dedicar-se à filosofia ainda não chegou, ou que ela já passou, é como se dissesse que ainda não chegou ou que já passou a hora de ser feliz.
Desse modo, a filosofia é útil para quem está envelhecendo sentir-se rejuvenescer através da grata recordação das coisas que já se foram, e para o jovem poder envelhecer sem sentir medo das coisas que estão por vir; é necessário, portanto, cuidar das coisas que trazem a felicidade, já que, estando esta presente, tudo temos, e, sem ela, tudo fazemos para alcançá-la.
Pratica e cultiva então aqueles ensinamentos que sempre te transmiti, na certeza de que eles constituem os elementos fundamentais para uma vida feliz: a liberdade, a amizade e o pensamento próprio.
A felicidade é o prazer ou ausência de sofrimento físico e de perturbação da alma. Prazer natural em harmonia com a natureza.
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Escola Viva escola Comunidade 2007/2008
sábado, 10 de janeiro de 2009
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
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